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TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
job safety technician
REGISTRO MTE SRTE/PR 0011207

ANALISTA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
analyst work safety
REGISTRO CRA/PR: 24 130


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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

DERMATOSE OCUPACIONAL


A Dermatose Ocupacional é comum na Construção Civil.
Os profissionais que atuam nas áreas de limpeza, construção civil, mecânica e metalurgia são os mais afetados pela dermatite de contato ocupacional, uma espécie de alergia de pele causada por agentes físicos, químicos e biológicos presentes no ambiente de trabalho, que causa desconforto, dor, prurido (coceira), queimação e reações psicossomáticas que podem comprometer a saúde como um todo.
A PREVENÇÃO É O MELHOR REMÉDIO

domingo, 12 de janeiro de 2014

ERROS QUE O SUPERVISOR DE SEGURANÇA DE TRABALHO NÃO DEVE COMETER


1. Permissividade;
2. Quebrar procedimento oficializado;
3. Optar por alguma atitude de risco sem dividir a responsabilidade com alguém de bom senso;
4. Adotar , pessoalmente, atitudes incorretas ou inseguras;
5. Aceitar trabalhar em condições de não conformidade e que contenham risco significativo;
6. Colocar alguém para fazer a operação de um equipamento ou processo de risco sem ter um grau razoável de certeza quantos à capacidade dessa pessoa;
7.Fazer manutenção sem certifica-se dos bloqueios e da anulação de toda e qualquer forma de energia;
8. Dar ordem incompleta;
9. Não sinalizar e não avisar de forma adequada os eventos de que tem conhecimento;

​AS 10 ATITUDES QUE AGRADAM SEU CHEFE E PODEM AJUDAR NA SUA CARREIRA


Em uma empresa sempre há hierarquia, seja você um profissional de nível técnico ou PhD. Há um superior responsável em analisar o trabalho, ajudar, acompanhar e se responsabilizar pelos resultados.

Desde o primeiro nível profissional o estudante entra em contato direto com seu superior hierárquico, pois começa no estágio onde fica com o profissional de sua área acompanhando todo o seu desenvolvimento e transmitindo seu conhecimento.

Após formado o profissional sempre irá responder a um superior direto ou indireto e isso é muito positivo. Conheça algumas atitudes podem permitir a harmonia entre esse relacionamento:



- Respeite seu chefe e todos seus superiores

- Demonstre-se interessado pelos projetos de seu chefe

- Participe de seus interesses, obtenha mais conhecimento sobre o trabalho dele

- Mostre que o trabalho dele é importante e opine, dê sugestões de melhorias e crescimento

- Seja um formador de opinião e não omisso a tudo que surge na empresa

- Divida seu conhecimento, pois mesmo ele sendo chefe, não sabe tudo e você pode agregar algo a carreira proposta

- Honre seu chefe, pois se ele está nesse cargo foi porque ele mereceu, não subestime e nem fale mau dele

- Seja cordial, uma pessoa simpática, educada e prazerosa ganha espaço nas organizações

- Absorva tudo o que puder de seu superior, com certeza ele tem muito a te oferecer

- Não perca tempo buscando outros interesses dentro da empresa que não seja seu alvo. Não permita que pessoas venham te desvirtuar do caminho.

Essas dicas poderão te ofertar um ambiente de trabalho mais equilibrado e produtivo. Faça da sua carreira um caminho trilhado com honra, integridade e honestidade.

Seguir uma carreira profissional não é fácil, não é para qualquer um, também ser mais um no mercado só faz volume. Seja um profissional dedicado, interessado, inovador e conte com a ajuda de outros, pois sozinho dificilmente será possível chegar ao fim.

Desfrute de toda a carreira, desde os estudos até sua maior experiência. Deixe um legado, faça algo diferente e marque a história. Você pode e deve fazer a diferença.

Apesar das universidades estarem lotadas, ainda não é suficiente. Muitos começam o curso, desistem no primeiro módulo, no decorrer dos anos ou se formam e nunca atuam no que escolheram. O Brasil é carente de bons profissionais, então sinta-se orgulhoso sabendo que foi vitorioso de ter terminado um curso e que trilhar uma carreira é para poucos. Obter sucesso é para os mais que vencedores.

“Deixe sua marca na história”

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Trabalhador alcoólatra não pode ser demitido por justa causa, diz TST

Para o tribunal, o alcoolismo crônico é uma doença.
Mas o funcionário precisa aceitar o apoio para deixar o vício


Uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) vem provocando mudança nas empresas: a Justiça quer acabar com o preconceito contra funcionários que são dependentes de álcool. Para o tribunal, oalcoolismo crônico é uma doença.
Trabalhadores dependentes desse tipo de substância não podem ser demitidos por justa causa. Mas o funcionário precisa aceitar o apoio para deixar o vício.
Um senhor cansou de brigar com o patrão, chegar atrasado e faltar ao trabalho. “Se eu bebesse na quarta, na quinta- feira eu já não trabalhava”, conta o dependente do álcool. Ele perdeu as contas de quantas vezes foi demitido. “Fui taxado como preguiçoso, principalmente. Porque o meu serviço não rendia tanto quanto o dos outros”, completa o homem.
Não era preguiça, e sim uma doença classificada como Síndrome de Dependência do Álcool pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Alcoolismo não é mais motivo de demissão por justa causa. Essa tem sido a avaliação do TST. Para os ministros, os funcionários nesses casos devem ser protegidos porque não têm controle sobre os próprios atos.

A Justiça quer tratamento e não punição. “O empregador constatando que seu empregado é dependente do álcool, dependente químico, que o encaminhe imediatamente à Previdência Socialpara que possa se afastar do trabalho e se submeter ao tratamento necessário à sua pronta reabilitação”, explica o Ministro do TST Lelio Corrêa.

No Congresso, um projeto prevê mudanças na lei trabalhista, mas com restrições: se um funcionário se recusar a fazer o tratamento poderá ser demitido por justa causa.
“Ele precisa de tratamento, então isso é muito bem-vindo. Agora, esse entendimento não pode ser confundido com um consentimento. De repente mudaram as regras no Brasil para que a pessoa se embriague e vá para o trabalho”, diz o psiquiatra Emmanuel Fortes.
Para o alcoólatra entrevistado será mais uma segurança para as pessoas que têm problema com álcool e que são perseguidas, discriminadas: “Então, parece que a lei pode até ajudar nisso.”
O projeto aprovado no Senado ainda precisa ser discutido e votado na Câmara. Mas a dúvida é se o INSS vai ter profissionais para atender os empregados que forem encaminhados pela Justiça do Trabalho para o tratamento contra o alcoolismo.

 



ERROS QUE O TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO NÃO PODE COMETER



1 – Pensar que sabe tudo
Em se tratando de segurança do trabalho que tem muita coisa e muita norma interpretativa uma opinião pode mudar todo nosso ponto de vista.
A área da segurança do trabalho é tão complexa que não nos permite saber a maioria das coisas relacionadas a ela.
Vamos pensar em um Técnico de Farmácia para ilustrar nossa opinião. Se um Técnico de Farmácia sai de um emprego hoje e entra em outro amanhã provavelmente não terá dificuldades com o novo trabalho. Os remédios serão praticamente os mesmos, os procedimentos de trabalho serão os mesmos, o ambiente de trabalho (que é a farmácia) será praticamente igual ao do emprego anterior. Concluindo, tudo no novo trabalho será quase o mesmo do trabalho anterior e a dificuldade com o novo será mínima.
Agora vamos pensar em um Técnico de Segurança do Trabalho que trabalha em um hospital. Se o técnico que trabalha em hospital sai do emprego hoje e entra trabalhando na mesma função em uma mineradora, terá que praticamente reaprender a profissão. O ambiente hospitalar nada tem a ver com o ambiente de uma mineradora, tudo que ele tenha aprendido em anos de trabalho não valerá muito no novo emprego. Assim acontece com vários segmentos de segurança do trabalho, do que se aprende em um segmento pouco se aproveita em outro.
O grande segredo do sucesso profissional na carreira de Técnico de Segurança do Trabalho é estar sempre estudando. Ás normas são alteradas constantemente, e o ambiente de trabalho por uma simples mudança de layout pode passar a apresentar riscos diferentes.
Precisamos estar de olho no site do Ministério do Trabalho e nos grupos e sites que tratam de segurança do trabalho para saber tudo que está ocorrendo em nossa volta. Um acidente que ocorreu em uma empresa e vimos através dos sites e grupos pode virar tema do nosso DDS e de nossas palestras. Casos reais sempre levantam muita curiosidade. Falar com os funcionários apenas sobre normas não irá despertar tanto interesse neles. Experimente falar sobre causos e acidentes da atualidade e terá resultados bem mais expressivos.

2 – Não cuidar da própria segurança
Na segurança do trabalho nossa palavra vale pouco ou quase nada! O que vale é documentação. Nosso trabalho é cercado por muita responsabilidade e nem sempre a empresa dá o suporte que precisamos para desenvolver nosso trabalho. Documentar possíveis omissões da empresa é obrigatório a quem não se ver comprometido com a justiça depois.
Somente documentar não resolve o problema em alguns casos. Quando a omissão da empresa for grande é melhor deixar o emprego. É melhor perder o emprego do que a liberdade”!

3 – Terceirizar o trabalho que pode fazer
Tem Técnico de Segurança que terceiriza mesmo quando pode fazer. Por exemplo, se você tem autorização da empresa para elaborar o PPRA por que não fazer? É claro que em algumas empresas ter tempo para elaborar tudo o que se pode fazer é bem complicado. Más, temos que pensar que quanto mais terceirizamos menos controle temos sobre programas e procedimentos que nos dizem respeito.
Quanto mais puder fazer pela empresa mais bem visto será, e mais controle terá sobre seu departamento e as ferramentas que o cercam.

4 – Se acomodar perante as dificuldades
Pode acontecer que de tanto lutar para conseguir fazer segurança na empresa e ás vezes em vão, desistamos de tentar, nos entregando completamente, e no máximo entregando EPI… Tal condição além de gerar risco de responsabilidade em caso de acidente de trabalho, gera sofrimento, afinal, ninguém se forma no segmento de segurança do trabalho apenas para entregar EPI.
Precisamos lembrar que se entregar a situação não resolve o problema! Talvez uma simples conversa com a direção da empresa possa resolver o problema. Se não resolver, pare e analise se vale a pena continuar fazendo parte da empresa. Se vale a pena correr o risco de ver o acidente acontecer por causa de uma condição insegura, se vale a pena correr o risco de responder solidariamente pelo acidente juntamente com a empresa que te contratou…

5 – Aceitar desvio de função
Técnico de segurança do trabalho tem carga de trabalho definida pela NR 4, item 4.8, são 8 horas de trabalho por dia em prol de ações prevencionistas na empresa.
Se a empresa ficar te desviando de função poderá ser multada por isso.

6 – Não observar a hierarquia da empresa
Precisamos ter uma visão real a respeito do nosso verdadeiro papel a ser desempenhado, bem como, de onde devemos nos posicionar na empresa. Não somos os líderes no setor do funcionário, por isso, não devemos ficar distribuindo broncas a advertências na empresa. Isso é dever do verdadeiro líder do funcionário, do líder de setor.

7 – Não conhecer a empresa onde trabalha
É preciso conhecer as pessoas com quem trabalhamos, ás vezes confiamos em quem não devemos e quando prestamos atenção já fomos ao chão! As pessoas são a coisa mais perigosa que existe. Se dar o tempo de conhecer os colegas de trabalho é fundamental para evitar ser surpreendido depois. Seguindo esse pensamento devemos lembrar o que está escrito no livro de Jeremias 17:5 “maldito é o homem que confia no homem”.
Mesmo as pessoas mais amáveis hoje podem se tornar a pedra no seu sapato amanhã. Esteja atento e pense o tempo todo “até onde vale a pena confiar em alguém”…

8 – Se ausentar por muito tempo do chão de fábrica
No chão de fábrica é onde as coisas acontecem. É claro que precisamos cuidar da parte documental, más, cuidar dos riscos na fonte é bem mais importante do que “apenas” os colocá-los no papel.
A palavra chave nesse sentido é ser dosador! É procurar trabalhar fazendo as coisas na dose certa e na sequencia certa. É saber dosar o tempo entre chão de fábrica e serviço documental.

9 – Não saber se comunicar
Quanto mencionamos aqui comunicação não nos referimos apenas a comunicação verbal, e sim, qualquer tipo de comunicação. Na nossa profissão precisamos saber nos comunicar:
- Por escrito: É incrível e ás vezes chocante a quantidade de erros que ás vezes encontro nos comentários dos colegas tanto no site quanto no Facebook. Fico pensando será que na empresa eles erram da mesma forma? Acredito que sim. Erros gramaticais normalmente ocorrem com quem lê pouco ou é muito displicente no que faz.
Não podemos nos acomodar com a escrita errada! Em tudo que fazemos deixamos nossa marca, deixamos nossas pegadas, tudo serve como referência do que somos! Precisamos nos preocupar com o que temos deixado, e com o que aparentamos ser!
- Verbalmente: Usar gírias ou linguagem de baixo calão mancha a imagem de qualquer profissional e com o Técnico de Segurança do Trabalho não é diferente. O profissional que tem nível técnico precisa atuar como profissional de nível técnico que é. Precisa saber pelo menos o mínimo da linguagem de nosso país para poder se comunicar, falar erradamente é outra coisa que não podemos nos admitir.

10 – Não saber usar as ferramentas que possui
- Tecnologia: Precisamos e devemos tirar proveito dos avanços tecnológicos que estão á disposição da nossa geração. Por incrível que pareça tem Técnico de Segurança do Trabalho que tem dificuldade para enviar um e-mail. Gente, isso é o básico do básico que precisamos saber!
Precisamos dominar de forma razoável pelo menos os sistemas que enviam e-mails, e os programas tipo:
- Microsoft Word: Usamos esse para fazer PPRA, criar relatórios, fazer Mapa de Risco, criar procedimentos de segurança para ser entregues aos funcionários, criar comunicados que podem ser colocados no mural da empresa, criar documentos de CIPA (atas, processo eleitoral, etc.). Criar lista de presença e cronogramas de presença.
- Microsoft Power Point: Para criar treinamentos e apresentações, criar Mapa de Risco.
- Microsoft Excel: Criar planilhas de controle de extintores, controle de das de CIPA, Check list, Mapa de Risco. Criar planilha para ser “colada” no PPRA. Criar planilha de presença e controle de datas de treinamentos.
- Microsoft Paint ou Paint Net: Criar ou modificar imagens para serem usadas em treinamentos e campanhas de segurança. Fazer Mapa de Risco. Criar materiais para serem usados em campanhas de segurança. 
- Facebook: O que tem de gente se complicando na empresa por causa de bate papo e Facebook “não está no gibi (essa é antiga )”. Precisamos saber tirar proveito das ferramentas e não usá-las para benefício próprio. O que é da empresa é para uso no trabalho.

11 – Ser fumante
Como o Técnico de Segurança do Trabalho sendo fumante terá “moral” para fazer campanhas Sobre os Efeitos Nocivos e Restrições ao Fumo: Portaria Interministerial MS/MTb 3.257 de22/09/1988.
E mais, que o cigarro faz mal a saúde todo mundo sabe! Como alguém que faz mal a própria saúde respiratória por causa do fumo poderá instruir o funcionário a usar máscara para proteger para preservar a saúde?
Sei que temos alguns colegas fumantes, más, antes de comentarem me xingando reflitam sobre esse parágrafo. A intenção não é criticar e sim levar a reflexão, ok?

12 – Ser alcoólatra ou beberrão
Como o Técnico de Segurança do Trabalho sendo beberrão terá “moral” para fazer campanhas Sobre os Efeitos do Uso de Bebidas Alcoólicas no Trabalho – Portaria Interministerial GSI/MTE nº 10 de 10/07/2003.

13 – Ter uma vida sexual promíscua
Como um Técnico de Segurança do Trabalho com vida sexual promíscua poderá fazer parte da Campanha Anual de Prevenção da AIDS prevista na NR 5 item 5.16 letra “P”. Se sua vida sexual é promíscua procure não transparecer isso no trabalho e cuidado com as DST’s e AIDS elas são uma realidade mais presente a cada dia que passa.

14 – Não saber escutar a opinião dos outros
Ninguém sabe tudo, e ás vezes basta escutarmos uma opinião de outra pessoa para começar a ver um problema por outro anglo de vista!
Sempre costumo dizer que ás vezes as opiniões mais tolas podem virar joias se forem analisadas com calma e humildade.
A pessoa que acha que sabe tudo na verdade não sabe nada. As pessoas mais inteligentes que conheço são exatamente aquelas que mais interagem e mais estão prontas a ouvir.
*O profissional inteligente sabe que não sabe tudo, sabe que outra pessoa sabe coisas que ele não sabe, sabe que ele e outra pessoa juntos saberão muito, sabe que nunca saberá tudo que pode ser sabido! Fui claro! 

15 – Não cuidar da CIPA
A CIPA é braço da segurança do trabalho na empresa quem tem uma CIPA que funciona já tem meio caminho andado para o se sucesso da gestão de segurança do trabalho na empresa.
Como a CIPA é formada por funcionários voluntários, ou seja, os funcionários que não recebem remuneração para ser cipeiro. Por não receberem financeiramente para fazer parte da CIPA o único combustível que sobre para fazê-los trabalhar se chama motivação!
Precisamos aprender a motivar os cipeiros, precisamos cuidar da CIPA, mostrar que eles cipeiros desempenham um papel importante e são importantes para toda empresa. Garantir a segurança no ambiente de trabalho é garantir qualidade de vida no trabalho.
A CIPA precisa ser estimulada, apoiada e ouvida. É como se fosse uma planta que precisa ser cuidada para dar fruto naturalmente.

*Professor Mário Sergio Cortella.

Glossário:
CIPA: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
MS: Ministério da Saúde.
MTE: Ministério do Trabalho e Emprego.
PPRA: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.
Alcoólatra: Pessoa que bebe todos os dias. Viciado em bebida alcoólica.
Check list: Lista de tarefas, check list ou lista de verificação é o nome dado a listas usadas para detalhar tarefas longas, a fim de otimizar as ações e o tempo gasto com elas.
Terceirizar: É quando a empresa abre mão de executar parte de um processo de trabalho contratando outra empresa para fazê-lo. Seja por que a outra empresa domina o processo ou para reduzir custos.
EPI: Equipamento de Proteção Individual

ÉTICA PROFISSIONAL NO TRABALHO



A ética profissional é um conjunto de atitudes e valores positivos aplicados no ambiente de trabalho. A ética no ambiente de trabalho é de fundamental importância para o bom funcionamento das atividades da empresa e das relações de trabalho entre os funcionários. 

Vantagens da ética aplicada ao ambiente de trabalho: 

- Maior nível de produção na empresa; 

- Favorecimento para a criação de um ambiente de trabalho harmonioso, respeitoso e agradável; 

- Aumento no índice de confiança entre os funcionários.

Exemplos de atitudes éticas num ambiente de trabalho: 

- Educação e respeito entre os funcionários; 

- Cooperação e atitudes que visam à ajuda aos colegas de trabalho; 

- Divulgação de conhecimentos que possam melhorar o desempenho das atividades realizadas na empresa; 

- Respeito à hierarquia dentro da empresa; 

- Busca de crescimento profissional sem prejudicar outros colegas de trabalho; 

- Ações e comportamentos que visam criar um clima agradável e positivo dentro da empresa como, por exemplo, manter o bom humor;

- Realização, em ambiente de trabalho, apenas de tarefas relacionadas ao trabalho; 

- Respeito às regras e normas da empresa.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A IMPORTÂNCIA DO CAPACETE (epi)


Os capacetes de segurança industrial são equipamentos de proteção individual cruciais em ambientes onde o trabalhador esteja exposto a algum tipo de perigo. Entre as principais finalidades do uso adequado de capacetes industriais de segurança estão a proteção do rosto, cabeça, pescoço e ombros contra vazamentos, respingos e gotejamentos. Além disso, os capacetes de segurança protegem contra impactos de detritos ou queda de objetos, choques elétricos e queimaduras e contra a inflamabilidade. Esse tipo de EPI possui algumas características básicas, como podemos conhecer a seguir.
A concha rígida do capacete deve resistir e desviar impactos sobre cabeça, sendo que, dentro do capacete, há um sistema de suspensão que vai absorver choques. Os capacetes industriais de proteção podem ser divididos por tipos e classes, como:


Classe A: uso geral, proteção contra impactos. É considerado bom, contudo é limitado à proteção contra tensão elétrica, utilizado principalmente em, construção civil, mineração, madeireiras, construção e fabricação.

Classe B: Caso os funcionários estejam engajados em trabalhos com circuitos elétricos, os capacetes protegem contra queda de objetos e contra choques de alta tensão, além das queimaduras.

Classe C: o capacete industrial de segurança é projetado para proporcionar conforto, porém.,oferecem proteção limitada, pois não protegem contra a queda de objetos ou choques elétricos de alta tensão.


Os operários devem ter o conhecimento de como usar adequadamente o capacete de segurança (como colocar, vestir, ajustar, remover), saber qual o tipo de capacete de segurança é necessário, checar as limitações de capacetes de proteção e como limpar corretamente e manter o capacete em bom estado de conservação para sempre estar apropriado ao uso contínuo. Os funcionários devem substituir o capacete de segurança industrial em caso de desgaste, rachaduras, trincas, calcinação e outros tipos de deterioração que comprometam sua eficácia na proteção dos operários.
Manutenção do capacete de segurança industrial
É importante que os capacetes, assim como todos os outros dispositivos em uma planta industrial, passem por processos de manutenção, garantindo a qualidade do produto e sua eficiência. Por isso, é fundamental verificar se há desgaste, descamação, perda de brilho superficial, deformação, quebra ou perfurações. Cabe ressaltar também que é crucial realizar, periodicamente, a limpeza com água quente e sabão antibacteriano.